Desvio de curso dágua no Conjunto São Fernando, em Santa Cruz, provocou pelo menos três alagamentos
Lucinha lembrou que a Michelin se comprometeu em desmembrar parte do seu terreno e doá-lo à Prefeitura, para construir um posto de saúde
Quase todos vereadores da Zona Oeste perdem credibilidade perante o povo depois de aprovação da cobrança de taxa de iluminação pública
Presidente da associação de moradores fala sobre os serviços de luz no morro e a nova taxa
O prefeito Eduardo Paes afirmou que vai sancionar o projeto de lei que cria taxa de Iluminação Pública
Autora da proposta que deu origem à CPI, a vereadora Lucinha (PSDB) também solicitou que o relatório fosse encaminhado para o Tribunal de Contas da União
Outros 200 ônibus estão previstos para entrar em operação nas duas primeiras semanas de janeiro
Unidade foi inaugurada na Vila Kennedy, na Zona Oeste. Investimento foi de R$ 3 milhões.
Bloco liderado pela Lucinha critica empréstimo adquirido por Paes no BIRD. O valor de R$ 6,4 bilhões só para abater dívida com governo federal
Opinião publicada no blog Jornal Opinião Bangu, por Josias Florêncio
Comissão quer que sejam investigadas as notas fiscais de três empresas. Há suspeita de que as três fornecedoras pertençam ao mesmo grupo
Vereadores descobriram que empresa fabrica pão careca dentro do presídio no Centro do Rio, mas só informou endereço em Jacarepaguá
Vereadores da CPI do Pãozinho encontram irregularidades na empresa que fornece para 1.062 colégios municipais do Rio
Entre as atribuições da Guarda Municipal se destaca a de exercer o poder de polícia no âmbito do Município do Rio de Janeiro
Além da sede da Petro-Sal, novo marco do petróleo concentra aqui maior parte dos 616 mil empregos
Trens devem beneficiar cerca de 10 mil trabalhadores, principalmente do Distrito Industrial. Trecho terá cinco estações
Ao todo, são 15 municípios que passarão a utilizar a pista seletiva, mas os veículos só poderão circular depois de se cadastrarem
Parte da verba será destinada para ampliação do projeto Mulheres da Paz, que recebem uma bolsa de R$ 190 para atuar como mediadoras sociais
A Fundação Cecierj está com as inscrições abertas para os Cursos de Extensão até o dia 30 de agosto
Os estudantes trabalharão no apoio aos projetos educacionais que a direção da escola determinar como prioritários e também na gestão administrativa
A prefeitura do Rio de Janeiro deve inaugurar a linha 1A, que permite o trânsito direto do metrô entre os bairros de Pavuna e Botafogo, no mês de dezembro
A Prefeitura do Rio estaria pagando o triplo do preço desembolsado pelo Exército na compra de gêneros alimentícios
Estado detém o maior índice de contaminação - 82 casos por 100 mil pessoas; o dobro da média nacional
O convênio, de cerca de R$ 4 milhões, vai financiar os estudos para implantação do bilhete único nos transportes do Rio
Os profissionais que já trabalham nas escolas serão substituídos por outros, que a empresa responsável pela limpeza da cidade vai escolher
Os moradores da Rocinha e de Pedra de Guaratiba contam com os serviços dos centros móveis de Operações de Prevenção da Gripe A
As vans e Kombis tradicionais vão acabar. O edital vai exigir que o sistema adote micro-ônibus com capacidade para 25 passageiros
Após mais de seis meses em ritmo "devagar quase parando", as obras do programa Saneando Sepetiba têm prazo para serem concluídas
Rio Ônibus vai entregar para o prefeito um projeto que pretende resolver o problema de transporte da Zona Oeste
Muitas investem em sistema próprio para compensar carência. Prefeito vai receber projeto que pode mudar tarifas
Os moradores da área poderão providenciar a liberação dos veículos apreendidos pelo Detran
A prefeitura enfocou questões urbanísticas, não envolvendo temas como saúde e educação, o que motivou críticas da Lucinha (PSDB)
Foi lançado no Rio o programa de microcrédito CrediAmigo, voltado para pequenos comerciantes. Serão concedidos empréstimos de cem reais a R$ 10 mil
A Prefeitura do Rio e a Caixa Econômica Federal comercializam neste sábado, dia 14 de fevereiro, 502 imóveis
Além da biblioteca virtual, os freqüentadores também podem consultar ou levar livros para empréstimo gratuitamente
Em poucas semanas após inauguração, o Planetário de Santa Cruz, instalado na Cidade das Crianças, na Zona Oeste, já registrava cerca de três mil visitas.
Recuperação de trechos da pavimentação da Ciclovia Inhoaíba-Paciência, em Campo Grande
Lucinha defende a necessidade de distribuir o lixo da cidade em vários aterros sanitários. E não concentrado apenas em Paciência.
Projeto de lei, de autoria da Lucinha, promoverá saneamento, recuperação e preservação do bairro
A obra prevê a duplicação de um trecho da Avenida Phídias Távora, entre a rótula e a Travessa Gomes de Campos
As obras de urbanização prevêem pavimentação, drenagem e saneamento
Imovéis ficam no Condomínio Vivendas das Paineiras, na Av. Cesário de Melo (Cosmos)
Manutenção de iluminação na Avenida Brasil entre Campo Grande e Santa Cruz
Os interessados devem comparecer na Fazenda Modelo, em Guaratiba, e beneficiários receberão uma bolsa auxílio mensal de R$260
Projeto de lei, de autoria da Lucinha, proíbe “lan house” ou “cyber-cafe” a uma distância de 300 metros das unidades de ensino público e privado no Município
Aprovado o projeto de lei, de autoria da Lucinha, que autoriza o Poder Executivo a construir uma estação de tratamento de esgoto para a Pedra de Guaratiba
Beneficiará os bairros, dentre outros, Campo Grande, Cosmos, Inhoaíba, Vasconcelos, Paciência, Santa Cruz, Guaratiba, Barra de Guaratiba, Pedra e Sepetiba
A relatora da CPI, vereadora Lucinha (PSDB), divergiu do presidente da empresa, Paulo de Carvalho Filho, sobre a lisura do processo licitatório
A vereadora Lucinha divulgou alguns dos valores pagos pela Comlurb à Júlio Simões
Comissão foi criada com a finalidade de promover levantamento das ações do poder público municipal, no Programa de Saneamento da Zona Oeste
Lei de autoria da Lucinha beneficia os alunos e profissionais da rede municipal de ensino com a gratuidade nos acessos ao Corcovado e Pão de Açúcar
17,4% dos odômetros nos caminhões encontravam-se quebrados, impedindo comprovação de quilometragem rodada para efeitos de pagamentos contratuais
Questionado pela vereadora Lucinha (PSDB) se ele é responsável pela elaboração dos editais, o diretor afirmou que esta é uma atividade multidisciplinar
CPI investiga as causas de irregularidades e ilegalidades na cidade
Chiquinho Brazão e Lucinha cobraram dos responsáveis pelo trânsito do Rio maior atenção à Zona Oeste
Lucinha afirmou que contratos, com duração de 60 meses, não devem ser prorrogados sob pena de haver prejuízos financeiros para os interesses da Prefeitura
A sessão, presidida pela vereadora Lucinha (PSDB), ouviu o Coronel Engenheiro Leonildo de Souza Silva, porta-voz do III Comar
Vereadora Lucinha (PSDB), presidente da Comissão Especial do Aterro Sanitário, expressou sua irritação com ausência do presidente da Comlurb
Lucinha afirma que a complexidade dos problemas que envolveram os escândalos apontados nos jornais comprometiam a moralidade pública
O Sistema de Transporte T5 utilizará ônibus articulados sobre trilhos trafegando em corredor exclusivo
Comissão elaboraram junto aos vereadores os principais pontos a serem discutidos e questionados ao Presidente da COMLURB
Foram encontradas diversas irregularidades no contrato, dentre elas a maneira como foi alterado o zoneamento do terreno
Entre elas tem as CPIs do ISS, da Comlurb, do Abrigo Cristo Redentor e da Desordem Urbana
CPI ouve o advogado Luiz Paulo Viveiros de Castro, autor de ação popular contra o contrato que deu margem à criação da CPI
CPI investiga indícios de práticas fiscais e contábeis irregulares contra o recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS)
No Bairro de Sepetiba, está previsto a implantação de 49 quilômetros de rede coletora de esgoto e 28 quilômetros de drenagem pluvial
Lucinha (PSDB), vice-presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara, afirmou que a Comissão se reunirá para estudar todas as propostas
Lixão de Paciência: Existe o risco de contaminação do lençol freático, uma vez que na região são utilizados poços artesianos
O TCM encontrou irregularidades como cobranças diferenciadas para produtos idênticos, custos extras para serviços já executados e uso indevido de veículos
O objetivo é investigar indícios de práticas fiscais e contábeis irregulares
A CPI será presidida pela vereadora Lucinha (PSDB) e terá o vereador Dr. Jairinho (PSC) como relator

A regulamentação da profissão de mototaxista aprovada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva há dez dias deixou evidente duas realidades distintas nas mais populosas capitais do país: São Paulo e Rio. Pela decisão do Governo Federal, as prefeituras podem criar regras próprias para o serviço.
Em São Paulo, a Prefeitura se manifestou contrária à implantação do serviço de mototáxi por considerar um risco para a população. Alega que decisão do Governo Federal vai contra uma lei municipal de 1998 que proíbe o transporte remunerado de passageiros em motocicletas. No Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Transportes vai analisar a conveniência ou não de regulamentar essa profissão, mas o serviço cresce a cada dia, é feito às claras e com aparente aprovação da população.
Prefeitura de São Paulo diz que vai multar
Com ou sem regulamentação da lei que libera o serviço pela Prefeitura de São Paulo, os mototaxistas que já vivem da ‘profissão’ afirmam que deverão continuar trabalhando normalmente pelas ruas e avenidas da cidade. Principalmente porque nos últimos anos aumentou o número de usuários que utiliza este tipo de serviço, seja pela agilidade, seja pelo preço, mais em conta que um táxi comum.
A Prefeitura de São Paulo, por meio de nota veiculada em sua página oficial na internet, já se manifestou contrária à implantação do serviço de mototáxi. De acordo com a nota, São Paulo já conta com uma lei, de 1998, que proíbe “o uso de motocicletas para a prestação de serviços de transporte remunerado de passageiros” e que, por isso, não há mais a necessidade de regulamentação da lei federal na cidade. O objetivo, segundo a Prefeitura, da não regulamentação, é “em primeiro lugar a segurança de seus cidadãos”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria Municipal de Transportes informou ao G1 que o motociclista que for flagrado prestando tal serviço será autuado por efetuar transporte remunerado clandestino (táxi clandestino), multado em R$ 181,70 e terá o veículo apreendido. De acordo com a secretaria, não está previsto qualquer punição aos passageiros.
Segundo a secretaria, a fiscalização é feita pelos agentes do Departamento de Transporte Público (DTP) e pelo departamento de fiscalização de trânsito da Polícia Militar. Além disso, são realizadas ações específicas em casos de denúncia, que podem ser feitas pelo Serviço de Atendimento do Consumidor do DTP.
De motoboy a motofrete
Apesar disso, com o aumento da demanda devido ao trânsito caótico de São Paulo, muitos motoboys migraram para o serviço de mototáxi. Ao menos uma empresa já tem clientela fixa. E, devido a isso, dificilmente deixará de prestar o serviço. “A Prefeitura querendo ou não, o serviço vai continuar. Os meus clientes já disseram que não vão deixar de utilizar o serviço”, afirma Célio da Silva, de 29 anos e que começou como motoboy com 20 anos e há quatro passou a fazer o serviço de mototáxi.
Com sua empresa de motofrete, Silva diz que conta com cerca de 35 clientes fixos e que garante serviço para até 100 motoboys por mês. Ele diz que gostou da lei sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, mas discorda de algumas restrições, como a obrigatoriedade de se fazer cursos de direção defensiva e conscientização. “Tem gente que tem carta de motorista há 30 anos e mesmo assim não dirige bem”, ressaltou.
Para Silva, ao menos duas medidas seriam bem-vindas para os mototaxistas, seja em forma de lei ou não. “A primeira seria o seguro para o profissional. Não tem seguro para caminhoneiro, para taxista, para as pessoas e até para carro? Por que não tem para o mototaxista?”, indagou. E para os profissionais que dependem da motocicleta para sobreviver, outra medida que poderia ser adotada é o pagamento por hora. “Tem de ganhar por km rodado. As empresas têm de acabar com isso de ganhar por hora, porque daí o cara tem de andar feito louco no trânsito. Tem rede de fast food que obriga o motoboy a chegar em 28 minutos; senão, tem de pagar do próprio bolso”, justificou.
Renda extra
O fotógrafo Armando Ferraz, de 41 anos, por sua vez, afirmou que complementa o salário para sustentar a família e a casa fazendo serviço de mototáxi. Prestando serviço para uma agência de turismo, ele consegue mais de 50 saídas por mês. Para fazer um city tour de moto com um turista, geralmente estrangeiro, ele recebe R$ 60. E para ir de um ponto a outro da cidade, serviço geralmente solicitado por funcionários de bancos e outras empresas, Ferraz cobra R$ 20.
“É o que está salvando a lavoura”, falou, sobre o valor que tira por mês com o serviço de mototáxi ou mesmo de carro, em algumas ocasiões. “O próprio turista quer ir de moto, pela agilidade, para não ficar parado no trânsito e poder visitar mais lugares em menos tempo. Mas às vezes vou buscar alguém que chega no aeroporto e então tenho de ir de carro”, contou.
E mesmo sem a regulamentação da lei pela Prefeitura ele garante que não vai deixar de realizar os serviços. “É chato, é uma situação horrorosa, porque não gosto de fazer nada de forma ilegal, mas vou continuar fazendo”, disse. Para ele, a lei deveria determinar a criação de corredores exclusivos para motos nas principais avenidas de São Paulo.
Apesar disso, Ferraz concorda que a segurança é um dos pontos questionáveis da lei sancionada por Lula, mas não entende por que a Prefeitura não vai regulamentá-la. “É uma faca de dois gumes. Por um lado, é bom para quem quer se profissionalizar; por outro, tem a questão da segurança. Tem cara que não tem condições de trabalhar. Eu prezo a segurança e só ando na boa. E nunca caí. Mas achei que ele (prefeito Gilberto Kassab) não está dando opção. Poderia ser algo negociado com toda a categoria”, argumentou.
No Rio de Janeiro, serviço não para de crescer
É cada vez maior o número de mototaxistas circulando pelas ruas do Rio. O serviço, que há pouco tempo só era oferecido nas comunidades, agora já atende usuários até nos principais pontos do Centro e em bairros onde o movimento comercial é mais efervescente.
O G1 procurou a Prefeitura do Rio para falar sobre a regulamentação e a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Transportes respondeu com o seguinte e-mail:
“A lei sancionada pelo presidente Lula que regulamenta a profissão de mototáxi nos Estados e municípios faculta as prefeituras das cidades a decisão de reconhecer e adotar ou não o serviço dentro do sistema de transportes, como já existe para os demais modais (ônibus, táxis, escolar). A Secretaria Municipal de Transportes vai analisar a conveniência ou não de regulamentar essa profissão, considerando aspectos que envolvem o seu perfil para transporte de passageiros e aspectos relativos a segurança desse veículo para exercer essa função.”
Serviço na balada
O mototaxista Felipe Luiz, 24 anos, trabalha desde os 18 em um ponto da Lapa, bairro boêmio da cidade. “A gente funciona durante 24 horas. E a procura é grande, porque os ônibus só circulam até às 22h. De quinta-feira até sábado o movimento aumenta bastante”, diz ele, interrompendo a conversa para levar a gerente de banco Adriana Almeida até o Centro.
Ela aprova o serviço. “Não tenho o menor constrangimento. Acho normal. Já fui para a minha agência, que fica no Mercado São Sebastião (Penha, Zona Norte), na garupa de uma moto. Quando tenho que sair para resolver alguma coisa no Centro também não penso duas vezes. Eles já me conhecem. Sou uma cliente que prestigia o trabalho desses rapazes”, conta, escolhendo o capacete de sua preferência.
Felipe garante que seu ponto transporta em média 70 pessoas por dia. São moradores de Santa Teresa, Glória, Lapa, Bairro de Fátima, Rio Comprido, além de outros mais distantes. Os preços variam de R$ 2 a R$ 4, de acordo com o percurso.
Viagens no Centro
No “camelódromo” da Rua Uruguaiana, comércio popular mais movimentado do Centro, os passageiros não param de chegar. “Os dias mais movimentados são segunda-feira, quando muita gente sai de casa para procurar emprego, e sexta-feira, quando as pessoas resolvem ficar um pouquinho até mais tarde para tomar uma cerveja com os amigos”, revela o mototaxista Wallace de Souza, 28 anos.
Enquanto se preparava para atender uma emergência - sua cliente deixou o trabalho às pressas para ir correndo ao hospital, onde seu filho acabara de ser internado -, Wallace fez questão de mandar um recado.
“Numa blitz policial, somos sempre os primeiros suspeitos. Infelizmente, muita gente tem moto e usa para o mal, mesmo, passa a trabalhar para o tráfico. Mas eu tenho orgulho do meu trabalho, honesto, e conheço muita gente que tira o seu sustento disso, como eu”, afirma, acrescentando que sua renda mensal é de R$ 1,2 mil.
Audiência com o prefeito
O presidente da Associação dos Motociclistas do Rio de Janeiro (Amo-RJ), Aloisio César Braz, um dos líderes da luta para legalizar a função de mototáxi, espera uma audiência com o prefeito Eduardo Paes para uma ampla discussão sobre o assunto. “É preciso ouvir os representantes da categoria para definir regras com responsabilidade”, ressalta.
Ele aponta como “um erro estratégico” o fato de o Governo Federal ter aberto financiamento para compra de motocicletas populares sem que houvesse a regulamentação da profissão.
“Agora, estamos diante de uma situação que não podemos deixar de lado e tampouco ignorar. O mototaxista surgiu em função da carência de transportes. Portanto, espero que a prefeitura nos chame para conversar”, acena Aloisio.
De acordo com o sindicato, no ponto da Rocinha, favela situada em São Conrado, na Zona Sul, existem pelo menos 400 mototaxistas que só circulam para atender os moradores da comunidade. Em São Cristóvão, um dos bairros mais comerciais da Zona Norte, pelos menos 150 estão em atividade.